Como prometido, segue aqui um esquema da divisão estrutural das partes da Investigação de Hume que seminariamos até agora (sem as indicações dos parágrafos exatos, que vocês facilmente irão identificar).
Seção I Das diferentes espécies de filosofia
1.1 Distinção entre duas espécies de filosofia moral
1.2 As superioridades da filosofia fácil
1.2.1 A
fama justificada da filosofia fácil
1.2.2 A busca de um meio termo.
1.3 Razões em favor da filosofia profunda.
1.3.1 Rejeição
das objeções injustas
1.3.2 Discussão
de uma objeção mais justa: é necessária uma crítica da filosofia
profunda através de um exame das faculdades humanas.
profunda através de um exame das faculdades humanas.
1.3.3 Outras
vantagens do exame do entendimento humano
1.3.4 Limites
dessa investigação.
Seção II Da origem das idéias
2.1 Distinção entre as percepções entre idéias e impressões
2.2 As idéias são sempre cópias das impressões.
2.2.1
enunciação
2.2.2
argumentação
2.2.3
contra-prova
2.3 Conseqüências práticas dessa regra.
Seção III, Da associação de idéias
3.1 Há princípios gerais que regem sempre a associação de
idéias.
3.2 Há apenas três princípios gerais.
2. Proponho que haja apenas 3 princípios: semelhança,
contigüidade e causalidade.
3.3 Digressão sobre os efeitos dessa conexão sobre as
paixões e a imaginação.
Seção IV - Dúvidas
céticas sobre as operações do entendimento Parte 1.
1. Introdução:
1.1 É preciso examinar os fundamentos de nossos juízos sobre
questões de fato.
1.2. Se todos os raciocínios factuais fundam-se na relação
de causa e efeito, como chegamos ao seu conhecimento?
2. O conhecimento de causas e efeitos deriva inteiramente da
experiência.
2.1: Formulação da hipótese
2.2 O costume nos leva a crer que haveria causas ou efeitos
cognoscíveis como tais antes de qualquer experiência.
2.3 Argumentos em defesa da hipótese
2.4 Corolário: as causas primeiras são incognoscíveis.
IV Dúvidas céticas sobre as operações do entendimento: parte
2
Síntese do resultado “cético” obtido: o fundamento de nossas
conclusões a partir da experiencia não é o raciocínio.
1.Explicação e defesa desta idéia: Não é o raciocínio que nos leva a generalizar
a experiência da causalidade constatada para objetos que se assemelham
superficialmente.
1.1 Reformulação do problema e da resposta negativa.
1.2 Provas de que a razão não fundamenta essa inferência.
1.3 Razão em favor do caráter conclusivo dessa argumentação
V. Solução cética dessas dúvidas Parte I
1. Introdução: uma defesa do ceticismo acadêmico, em conexão
com o resultado negativo obtido
2. O hábito ou costume é o fundamento da inferência sobre as
questões de fato que vão além da experiência presente e da memória.
2.1 Apresentação desse fundamento
2.2 Argumentos em favor dessa resposta
3. Todos os nossos conhecimentos derivam de um objeto
presente à memória
4. Antecipação do tema da próxima seção: exame da crença e
da conjunção habitual da qual ela deriva.
V. Solução cética dessas dúvidas Parte II
1. A natureza da crença
2. Exame de princípios mais gerais a partir dessa conclusão.
2.1 Todos os princípios de associação têm um efeito sobre a
vivacidade da idéia produzida.
2.2 O modo como o hábito origina a crença é apenas um caso
particular do modo mais geral de como regularidades naturais se apresentam em
nós.
Seção VII – Da
idéia de conexão necessária parte I
Introdução: os problemas da filosofia moral, um novo método
para o exame das ideias de poder, força, energia, conexão necessária.
1. Exame propriamente dito:
1.1 Ela não deriva de uma impressão ou de um caso isolado de
sua ação (nos corpos).
1.2 Ela não deriva de uma ação da mente.
1.2.1 Formulação.
1.2.2 Exame da hipótese de que a idéia derive da
ação da mente sobre o corpo.
1.2.3
Exame da hipótese de que a idéia
derive da ação da mente sobre si, suas idéias.
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