domingo, 7 de setembro de 2014

Estrutura lógica de “Tempo Histórico e Tempo Lógico na Interpretação dos Sistemas Filosóficos”, de Victor Goldschmidt


1. Introdução.

            1.1- Características dos métodos usuais (139)
            1.2- Exigências de um novo método/ natureza da filosofia (140§2)

2. Desenvolvimento

2.1. O caráter explicitativo da filosofia: ela deve ser considerada pelo que é formulado, sem pressuposição de razões ininteligíveis ao filósofo. (140§3)

2.2 Solidariedade entre método e doutrina: não podem ser considerados dissociadamente (141§2/143§1)
           
            2.2.1- Método e doutrina são dissociados quando se toma a formulação do método como algo independente de sua explicitação ou se tomam as teses sem considerar o método (crítica ao met. dogmático)
          2.2.2 – Método e doutrina são dissociados quando se considera o método apenas como método de exposição e não de descoberta. (crit. ao método genético).
            2.2.3 É preciso, como regra de interpretação, considerar o sistema em seu tempo lógico;

2.3. Exame de regras para a aplicação da análise metodológica (i.e., cf. o tempo lógico) (143§2)

            2.3.1 Para a interpretação dos métodos filosóficos (tal como se engendram)
            2.3.2 Para a compreensão da independência do sistema relativamente a outras temporalidades
         2.3.3 Para adotar uma postura ao mesmo tempo científica e filosófica (do ponto de vista da verdade formal e material do sistema)

3. Conclusão:
A “responsabilidade filosófica” é o parâmetro de coerência do sistema, do qual se seguem essas preconizações.


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