1. Introdução
1. 1. É
possível reconhecer hoje uma “base teórica e cultural comum” a diferentes
filósofos em suas condenações da modernidade e da ciência.
1.2 Tanto
Heidegger quando Horkheimer consideram a “sujeição humana” como consequência
necessária da racionalidade própria da ciência moderna.
2. Desenvolvimento
2.1 Este diagnóstico se projeta na condenação de personagens
históricos específicos:
2.1.1 Galileu, segundo Husserl.
2.1.2 Bacon, segundo Adorno e Horkheimer
2.2 Essa “base teórica” gerou frutos diversos, onde
reaparecem os mesmos lugares comuns:
2.2.1 Karl Löwith
2.2.2 Hannah Arendt
2.2.3 Artur Koesteller
2.2.4 Guérion
3. O mesmo
obscuratismo projeta-se finalmente na interpretação dos
autores contemporâneos (Marx, Freud) que permitem fazer a
crítica dessa atitude.
Questões interpretativas:
1. Qual é a tese central do texto?
2. Em que
consistem os “lugares comuns” de
que essa visão da modernidade se constitui?
3. O que o autor contrapõe a eles, ao longo do texto, como
aquilo que deveria constituir uma análise mais adequada da história da
filosofia moderna?
4. Como o autor justifica sua identificação entre a atitude
que ele está criticando e a condenação religiosa de Gailieu no início da
modernidade?
Questões de reflexão sobre os temas discutidos pelo texto:
1. Está correto nesse diagnóstico? Existe um certo
“obscurantismo disfarçado de filosofia” em voga? (Esta voga ainda persiste?) Ou
esse fenômeno é uma caricatura?
2. A tese filosófica discutida pode ser defendida? É o
progresso representado pelo advento da ciência moderna necessariamente fonte de
uma decadência humana que é diretamente causada por esse modo de pensar?
3. Qual a consequência de aceitar essa leitura no que se
refere ao nosso contato com a ciência? (Como deter esse processo?)
4. O diagnósitico da modernidade como decadência é o produto
de uma resistência obscurantista. Vc concorda com essa tese? Por que razão?
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